quinta-feira, 24 de março de 2011

My Vênus Rufus!

O teu corpo é meu ninho
A tua beleza é o templo
no qual minhas limitações são refletidas,
despertando em mim o mais feroz dos sentimentos...
Tu és uma perola ofuscada num mar de estupidez!
Coube a mim descobrir:
- Onde tu te escondes?
- Onde guarda teus mais nobres desejos?

Minha querida e amada Vênus!

Eleva-me ao paraíso
mas ao mesmo tempo
me arrasta a um inferno
Escuro como este quarto
frio como está cama, sem ti!

A tua ausência me causa tormento
A tua presença revigora minha paz

Minha querida e amada Vênus....

quarta-feira, 9 de março de 2011

Think Of Me!

Pense em mim com carinho
Quando nos despedirmos
Lembre-se de mim de vez em quando
Por favor, Prometa-me que irá tentar
Quando achar aquilo que tanto deseja
Venha buscar o seu coração e fique livre
E se tiver um momento
Pense um pouco em mim

Nunca dissemos que o nosso amor era perfeito
Nem imutável como o mar
Mas se ainda puder se lembrar
Pare e pense em mim

Pense em todas as coisas
Que passamos e vimos
Não pense em como
As coisas deviam ter sido...

Nunca haverá um dia Em que eu não pense em você....


terça-feira, 8 de março de 2011

Bem-vindo!

Olá Mr Hyde!
seja bem-vindo ao meu templo!
Entre de boa vontade
Não faça cerimônias ao adentrar este corpo
Vamos, seja bem-vindo!
Me mostre um pouco de suas perversões
Deixe-me beber um pouco de sangue
Seja bem-vindo Mr Hyde,
A este templo podre e fudido
Deixe lá fora as suas alegrias e esperanças..

domingo, 6 de março de 2011

Memories never die!

Contemplando aquela paisagem
eu vejo aquela garotinha
sozinha e abatida
ela segura a sua boneca
mesmo entre um ambiente frio
ela ainda sorrir.
Mesmo meio amarelado o riso
ainda consigo ver uma ponta de luz
em seus pequenos olhos tristes
Ela ainda me cativa, ainda me chama
para uma ultima valsa, um ultimo eterno ato!

Como queria te rasgar dentro de mim
Mas simplesmente não resisto ao teu simples abraço,
ao teu simples sorriso
Memórias que nunca morrem...

Quem sou eu?

Quem sou eu?
No meio dessa orgia
eu camuflo os meus sofrimentos
criando em mim um vazio

Quem sou eu?
No meio de crianças mortas
onde lideres de um Deus
Sustentam seu povo com a ignorância

Quem sou eu?
No meio dessa biologia
dessa ciência maldita
Onde exponho a minha imperfeição

Quem sou eu?
Um pecador? um devasso?
Um ator? um sacerdote?
Um conjunto de inconstância?

Desistindo de ser Deus
minhas lágrimas estão sobre o meu caixão
Agora não passo de apenas...pó...pó...pó!